quinta-feira, 27 de agosto de 2009

10,9,8,7,6,5,4,3,2,1...

Em contagem regressiva. Falta pouco para a chegada da Joana. Não sei mais o que fazer para aquietar minha ansiedade. E tenho que ficar quieta, quietinha. Joana está com 50 cm e 3,200 kg , totalmente encaixadinha, toda formadinha, toda bonitinha. Ela quem vai decidir a hora que quer nascer. Pode ser agora enquanto eu digito este texto, pode ser amanhã ou semana que vem.Pode ser tudo. Sinto minha barriga pesadinha. A cabecinha dela tá la embaixo já, quase que apontando, mirando pra sair.Ela ainda mexe e de vez enquando dá uns chutes , uns socos que me deixam em atenção. Joana. Eu nunca esperei tanto tempo para conhecer uma pessoa. Pra ficar assim, cara a cara, pra trocar olhares, pra admirar. 9 meses. Está chegando ao fim. Enquanto isso eu arrumo e re arrumo a malinha dela, eu arrumo e re arrumo as roupas e olho os últimos detalhes. Enquanto isso eu tento relaxar e abstrair tudo isso. Enquanto isso... 9 intermináveis meses e num segundo, tudo vai mudar.

domingo, 16 de agosto de 2009

sábado, 15 de agosto de 2009

http://revistacrescer.globo.com/Crescer/0,19125,EFC1047280-2334,00.html

Pode nascer!Para conter a ansiedade nos dias que antecedem o parto, o segredo é manter-se ocupada

No terceiro trimestre de gravidez, você já fez o curso de gestantes, reuniu as amigas num chá-de-bebê e comprou as lembrancinhas da maternidade. Terminou o enxoval e arrumou as malas, a sua e a do bebê. Agora, espera o grande dia, quando finalmente terá o filho nos braços e poderá colocar em prática tudo o que leu, ouviu e aprendeu. Só que o dia não chega nunca... "Costumo brincar com minhas pacientes dizendo que a gravidez dura oito meses e um século, pois as últimas semanas parecem intermináveis", conta a obstetra Ana Paula Junqueira Santiago.
Se você decidiu que vai trabalhar até o último dia, provavelmente terá menos tempo para pensar no assunto. Mas, para as grávidas que param dias antes do parto ou para as que não trabalham fora, a espera pode ser angustiante. "Hoje em dia, as mulheres levam uma vida praticamente normal durante a gravidez. Às vezes, até esquecem que estão grávidas. Em geral, é quando param de trabalhar que realmente começam a esperar o bebê", afirma a psicóloga Rita Calegari, chefe do Setor de Psicologia do Hospital e Maternidade São Camilo.
A curiosidade em conhecer o bebê aumenta a ansiedade das grávidas
O desconforto dos meses finais da gestação também acentua a vontade de que o bebê nasça logo. Mesmo que você adore estar grávida, o peso da barriga e o inchaço, por exemplo, dificultam a vida. As roupas não servem mais, as pernas doem e não há posição confortável para dormir. Tudo isso, aliado à curiosidade de ver o rostinho do filho e, enfim, ter certeza absoluta de que ele é perfeito como indicavam os exames, só faz aumentar a ansiedade. "Por causa disso, muitas grávidas acabam indo para a maternidade antes da hora ou, o que é pior, submetem-se a uma cesárea sem indicação médica", alerta a obstetra Ana Paula. Um terço dos atendimentos feitos no Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, por exemplo, é de grávidas que voltam para casa, porque ainda não está na hora.
Pense leve O que fazer, então, para diminuir a angústia dos últimos dias? Para a psicóloga Rita, o segredo é ocupar a mente. Com coisas boas, claro. "Consciente de que vai ter uns dias livres antes do parto, a grávida pode, por exemplo, deixar alguns detalhes do enxoval para concluir nesse período", sugere. A dica vale também para as donas de casa. Assim fez a professora Jordana Romero Silva Mota, que está na 38a semana de gestação. Há uma semana longe do trabalho, ela ainda não teve tempo de se entediar. "Meu marido diz que vai me amarrar, pois eu não consigo ficar quieta", diverte-se a grávida, que tem dois empregos. Por ora, ela se distrai indo às compras dos itens que faltam para completar o enxoval da filha, Sophia, dedicando-se a leituras leves ou mesmo arrumando a casa. "É uma maneira de me entreter. Caso contrário, provavelmente comeria o tempo inteiro", comenta. Controlar a alimentação é importante. "Quem deve ganhar peso nos últimos dias é o bebê, não a mãe", ressalta a obstetra Ana Paula. Para quem ainda está no início da gravidez, a especialista recomenda: "Exercícios físicos e dieta balanceada, sem dúvida, melhoram a disposição da gestante, aumentando a tolerância na reta final".
Aproveite!
O ritmo lento do final da gestação é semelhante ao do pós-parto
Ainda que a barriga limite algumas atividades, vale a máxima: gravidez não é doença! Você pode perfeitamente adaptar os programas. Se for passear no shopping, por exemplo, prefira os horários menos concorridos. Filmes também podem ser uma boa opção de passatempo. No cinema (nem é preciso você ficar na fila!), lembre-se de sentar próximo ao banheiro. E atenção ao escolher o tema. "Grávidas são mais sensíveis e sugestionáveis. Não podemos esquecer que as emoções da mãe são transmitidas ao bebê. Em vez dos dramas, portanto, que ela fique com as comédias", recomenda a enfermeira obstétrica Márcia Regina da Silva, do Hospital e Maternidade São Luiz.
A rotina é importante não apenas para a grávida se manter ativa, mas também para garantir boas noites de sono. "No final do dia, dorme melhor quem estiver cansada", diz Ana Paula. Claro que o limite varia para cada mulher - respeite o seu! Nas últimas semanas que antecedem o parto, aproveite para cuidar de si mesma. Vá ao salão de beleza, saia com as amigas, namore bastante. Até porque, depois que o bebê nascer, pelo menos no início, você não terá tanta disponibilidade nem vontade de se desgrudar dele. "A mulher deve encarar os últimos dias como uma despedida da barriga, com fotos, paparicos e tudo mais a que tiver direito. Afinal, ela ainda é o centro das atenções", aconselha Rita.
Lembre-se de que manter o bom humor é fundamental. Assim, em vez de reclamar que tem de ir ao banheiro de hora em hora, encare as mudanças do corpo como uma preparação para receber o bebê. "Se pensarmos bem, o ritmo lento do final da gestação é o mesmo do pós-parto, quando a mãe passa mais tempo em casa", avalia a psicóloga. E quando o telefone tocar, pela vigésima vez no dia, com alguém perguntando se o bebê já nasceu, você vai responder: "Mas por que a pressa?"

terça-feira, 11 de agosto de 2009

parto normal



Dizer que não tenho medo? Estarei mentindo. Estou a cada dia mais apavorada. Mas , no parto normal, a mulher se recupera melhor. Nada de ficar toda chata por causa da cesárea. Vamos ver. Se tudo correr direitinho na hora a Joana nascerá de Parto Normal. Vamos ver.

sábado, 8 de agosto de 2009

Papai de primeira viagem...

E hoje ele tem o seu novo dia!
Papai de primeira viagem
Joana está chegando
e mandou dizer que já ama
já curte
já admira
e já quer ficar grudada em você!
ai que puxa saco essa garota!
É só ele começar a falar que ela começa a chutar
é só ele pegar o violão que ela quer logo participar...
Também né
com um paizão desses...
até eu!
Feliz Dia dos Pais
ao papai de primeira viagem
mais intenso
mais carinhoso
e mais lindo
do mundo!
Nós te amamos!

terça-feira, 28 de julho de 2009

a hora que a ficha cai

Desde que ficamos grávidos não há melhor assunto do que gravidez, bebês, dúvidas, expectativas e trocas de experiência.Os amigos com filhos dão conselhos, falam do que passaram, estimulam e nos deixam cada vez mais com água na boca. "É um amor incondicional", dizem todos. "Você só pensa em agradar aquela criaturinha', formam o coro... "Pode passar perrengue, dificuldade, mas não há nada mais satisfatório di que ver aquele sorriso sincero, aquela mãozinha afagando seu rosto e aquele sussurro...Mamãe... Papai..." Todos concordam.
***
Hoje eu estava conversando com um dos nossos amigos que já tem filho, aliás a dele é filha e já é até mais velha do que eu e João, tem 26 anos a moça... ouvi uma coisinha que me deixou emocionada. Eu até já tinha pensado nisso, mas, ouvindo um paizão falando, me emocionou. É que para a mãe, é meio que gradual a aceitação do filhote, da idéia de ter um filho... A gente tá vivendo o dia a dia, sentindo as mudanças do corpo, a barriga crescendo, as variações de humor, o bebê mexendo, chutando, mudando de posição... enfim... carregamos por 9 meses, pra baixo e pra cima aquele serzinho dentro de nós. Sentimos o Tempo Todo. Já o papai não. Por mais presente que seja, ele não sente, ele põe a mão na barriga, sente o chute mas não SENTE como a gente sente. Ele vê na ultra, faz planos, abraça a gente, chora junto, sorri, compartilha, mas não carrega e não sente a dor nas costas. O bebê é ainda meio que virtual... Aí quando nasce... quando nasce o pai tem que viver os 9 meses naquele momento que vê saindo de dentro da gente, ou então, no momento que segura no colo e pensa: " Ele existe, ele é meu também, eu fiz esse beBê" É muita maluquice gente! Imaginem ! 9 meses em alguns segundos, minutos... Esse nosso amigo disse que é um sentimento ímpar... o pai chora, ri... ele ficou uma noite sem dormir quando a filha dele nasceu, rs, pensou: " aimeudeus, ela existeee, será que vai gostar de mim? será que vou fazer tudo certo?"
que loucura !!!
Joana, imagina como vai ficar seu pai hein?

terça-feira, 21 de julho de 2009

33/34 semanas

Todos os enjoos que eu não senti no primeiro trimestre da Joana eu to sentindo agora. Enjoo e azia.
Ai ai ai.
Hoje fizemos uma ultra e a filhota tá com 2 kg e 58 g, 33 semanas...

tá chegando!
Tá até de cabecinha pra baixo... se continuar assim, parto normal!

ai que medo!

mas dizem que é melhor né?
doer dói...mas...



ainda bem que meus enjoos têm sido muito bem recompensados com os mimos do papai. Que beleza!